Sindicato denuncia prisão de 14 jornalistas na Venezuela após sequestro de Maduro

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O Sindicato Nacional de Trabalhadores de Imprensa (SNTP) da Venezuela denunciou, nesta segunda-feira (5), a prisão de 14 jornalistas e funcionários de imprensa no país após o sequestro de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. Desse total, 11 são de meios de comunicação e agências internacionais e um é de um meio de comunicação nacional.

De acordo com o sindicato, ao menos dez pessoas ainda estão sob custódia. O órgão pede a libertação de todos os envolvidos. Segundo o o grupo, parte dos profissionais foi detida dentro e nos arredores da Assembleia Nacional do país.

Sindicato exige libertação de mais jornalistas na Venezuela

Mais cedo, o sindicato já havia exigido a libertação de 23 jornalistas e profissionais da imprensa e o desbloqueio de mais de 60 meios de comunicação censurados na internet na Venezuela. “Não é possível avançar rumo a uma transição democrática enquanto persistirem a perseguição política, a censura e a prisão arbitrária”, disse o SNTP em nota.

O sindicato também pediu a libertação de sindicalistas, defensores dos direitos humanos e “todas as pessoas presas por razões políticas”. Em nota, o órgão exigiu garantias de segurança para o exercício do jornalismo na Venezuela.

“A liberdade de expressão, o direito de acesso à informação e o direito ao trabalho não são concessões do poder político, mas direitos humanos fundamentais, consagrados na Constituição da República Bolivariana da Venezuela e nos tratados internacionais assinados pelo Estado”, diz a nota.

Nesta segunda, houve a cerimônia de posse de novos parlamentares e o início do ano legislativo na Assembleia Nacional. Além disso, Delcy Rodríguez tomou posse como presidente interina da Venezuela do país em cerimônia no local.

Delcy Rodrigues, presidente interina da Venezuela. Foto: AVN Sindicato denuncia prisão de jornalistas na Venezuela após sequestro de Maduro
Delcy Rodrigues, presidente interina da Venezuela. Foto: AVN





ICL Notícias

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