Representantes das instituições que atuam, direta e indiretamente, no setor primário amazonense, reuniram-se nesta quarta-feira, 11/12, no Conselho Estadual de Pesca e Aquicultura (Conepa), no auditório da Secretaria de Produção Rural (Sepror), para debater assuntos como preço mínimo do pirarucu, editais para transparência de tecnologia na aquicultura e emissão de notas fiscais dos peixes ornamentais comercializados.
O Conepa é um órgão colegiado do Amazonas que propõe e formula políticas para o fomento e desenvolvimento da pesca e da aquicultura no estado, presidido pelo titular da Sepror, Daniel Borges, engenheiro de pesca por profissão e engajado nas demandas do setor.
“O Conepa traz para o Sistema Sepror as principais demandas dos nossos técnicos, dos nossos produtores e dos órgãos que contribuem com a pesca e aquicultura. É um espaço onde todos tem voz e é daqui que saem as indicações técnicas para resolver problemas e principalmente para desenvolvimento de projetos que vão melhor o desempenho e a vida dos que trabalham no setor”, esclarece Daniel Borges.

A reunião foi conduzida pelo Secretário Executivo de Pesca e Aquicultura da Sepror, Alessandro Cohen que lembrou dos avanços obtidos a partir das deliberações do Conepa, fez um balanço positivo das reuniões do Conselho em 2024 e já garantindo a continuação das reuniões ordinárias em 2025.
“Em 2024 não temos como fugir do assunto estiagem, que prejudicou severamente a aquicultura, a pesca e as famílias que dependem dessas atividades. Tanto o governo federal quanto o governo estadual auxiliaram nossos pescadores e pescadoras, com essas ações sendo indicadas e debatidas nas reuniões do Conepa”, explicou Cohen. “Fizemos muitas coisas pelas familias dos pescadores e em 2025 vamos continuar o trabalho”, completou.

A partir das demandas percebidas pela Sepror, a Sepa buscou ajudar em diversos segmentos, que garantiram 23 mil cestas básicas, 1800 kits Atualiza Pescador e indicou a necessidade de compra de canoas, motores rabetas e canoas com cobertura para o cotidiano de quem vive e trabalha nos rios e lagos amazonenses.
Durante a reunião de hoje, destaque para as solicitações a a serem analisadas e aprovadas na primeira reunião de 2025 , em fevereiro, como sistema de liberação do Ibama nos aeroportos, facilitando a exportação dos produtos amazonenses, a participação de membros do IBAMA nas reuniões do Conepa e a necessidade de mais vagas para embarcações no terminal pesqueiro, beneficiando os pescadores vem no decorrer dos últimos anos contabilizam queda brusca de produção e perda de peixes pescados desde a privatização das vagas das embarcações.

“Estamos aqui pra cuidar das famílias que atuam na aquicultura e na pesca do Amazonas. Definimos esses assuntos para a nossa pauta por entendermos que há solução para os problemas apresentados. Os trabalhadores não podem ter prejuízos dessa forma e nós do Conepa vamos nos empenhar para pelo menos diminuir essas dificuldades”, afirma Cohen.
A última reunião do Conepa teve a participação de todos os conselheiros.




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