segunda-feira, março 4, 2024
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10ª edição do Sesc Amazônia das Artes chega ao AM

Até o dia 23 de agosto, as cidades de Manaus e Manacapuru recebem os espetáculos do Sesc Amazônia das Artes 2017. Compõem o projeto, este ano, 4 espetáculos de Música, 2 de Teatro, 2 de Dança, 1 de Circo, 2 Exposições de Artes Visuais, 2 Performances, 2 Ações de Literatura e uma mostra de cinema com 7 filmes.

Confira, abaixo, a programação completa:

Dia 4 – às 19:30h, no Centro de Atividades do Sesc Manaus – Rua Henrique Martins, 427, Centro.

ARTES VISUAIS

“EXISTÊNCIA” – Maurício Pokemon (PI)

O projeto iniciou na avenida Boa Esperança, região periférica de Teresina, que vem sendo açoitada por projetos urbanos que, pautados no “moderno, empreendedor e global”, escondem uma violenta higienização social. Uma modernização que destrói alteridades de lugares e de pessoas no berço da cidade e afeta a relação da comunidade da Boa Esperança com a história de Teresina. Ali resistem descendentes de índios, vaqueiros, quilombolas, rezadeiras, pescadores e artesãos. A fotografia foi nesta etapa uma ferramenta social de denúncia.

Fotografados, os personagens desse mapeamento passam a estampar em tamanho real muros abandonados de vias públicas da cidade, com o uso da técnica de Colagem. A Arte Urbana surge como perfeita aliada por congregar técnicas simples, democráticas e acessíveis.

Dia 8 – às 19h, no Largo de São Sebastião em Manaus

MÚSICA

“MÚSICA DE BEIRADÃO” (AM)

Criada em março de 2013, a Orquestra de Beiradão do Amazonas tem o propósito de revalorizar, com liberdade artística e linguagem contemporânea, o “Beiradão”. Os ritmos advindos da América Andina como: Cúmbia e Merengue, influenciaram de forma significativa o cenário musical do Estado do Amazonas entre as décadas de 70 e 80. Dentre os artistas mais proeminentes desta música, encontra-se Teixeira de Manaus, que com seu saxofone embalava as festas nos interiores do Estado. O espetáculo conta com arranjos orquestrais, releituras modernas, ampliação de naipes de sopro, que direcionam para uma linguagem contemporânea de expressão artística.

Dia 9 – às 18:30h, no Largo de São Sebastião em Manaus

MÚSICA

“3 MATUTOS e 1 ARIGÓ” (TO)

3 Matutos e 1 Arigó é um projeto de música instrumental que tem por objetivo a expressão musical do Norte e Nordeste aliada ao jazz. Ao unir ritmos populares como forró, baião, maxixe, xote com a linguagem do jazz, o grupo conseguiu conquistar o público e crescer na cena instrumental dentro e fora do Tocantins. O grupo conta com quatro integrantes: Ceará (baixo), Michel (guitarra), Samuel (bateria) e Tarcisio (teclado). Sem grandes pretensões, o grupo começou a se apresentar em algumas casas de shows e eventos em Palmas e percebeu o potencial de seu trabalho.

Dia 10 – às 19h, no Teatro da Instalação – Rua Frei José dos Inocentes, s/n – Centro, Manaus.

DANÇA

“ESSES PESSOAS” (MT)

O Diamond Crew apresenta no espetáculo “ESSES PESSOA” o pesquisar como exercício, bem como a necessidade de demonstrar à sociedade que as danças urbanas não ficam diminutas às outras representações artísticas. Fernando Antônio Nogueira Pessoa, Fernando Pessoa, mais conhecido por “Pessoa”. Singular e complexo.

Para fugir às repressões e retaliações presentes não só em sua época, mas também ter um maior trânsito por temas diversos em suas obras, encontrou na multiplicidade dos heterônimos a saída. Ricardo Reis (O classista), Álvaro de Campos (O futurista), Alberto Caeiro (O mestre campestre) e Bernardo Soares (O enigma). São os mais conhecidos de seus heterônimos. É de onde o Diamond Crew retira subsídios para a construção de um mundo não descrito, a mente de um poeta. Sem começo, meio ou fim. Sem perguntas nem tão pouco respostas. Apenas a pretensão de indução a reflexão. Medos, receios, solidão, soberba… Impacto, leveza… Dança, arte, fado…

Dia 10 – às 19h, Galeria do Sesc Restauração em Manacapuru – localizada na rua Eduardo Ribeiro, s/n.

MÚSICA

“SONS DE BEIRA” (RO)

SONS DE BEIRA é um espetáculo musical percussivo construído através dos resultados de pesquisas sonoras realizadas nas vivências em ambientes beradeiros. Apresenta um conjunto de timbres e ritmos do cotidiano amazônico pela manipulação de objetos e instrumentos diversos, construindo paisagens sonoras que estimulam sensações peculiares a esse universo e o resgate de memórias auditivas de beiras de rios com seus mitos, lendas, causos, afazeres cotidianos, ofícios e brincadeiras.

Dia 11 – às 14h, no Galeria da Restauração em Manacapuru, localizada na rua Eduardo Ribeiro, s/n.

LITERATURA/MÚSICA

“NINA BRINCADEIRA DE MENINA” (PA)

NINA BRINCADEIRA DE MENINA é uma narrativa concebida a partir de histórias de vida e arte da artista popular e artesã Nina Abreu, de Abaetetuba/PA, hoje com 81 anos de idade. Nina é um dos nomes significativos entre os artesãos do brinquedo de Miriti, feito da bucha natural proveniente da árvore do Buriti, produzidos por artesãos de Abaetetuba e vendidos em Belém durante a comemoração das festividades do Círio de Nazaré.

O trabalho foi construído com bases na memória da própria Nina, coletadas em entrevista pela artista Ester Sá e que foram amalgamadas e depois transformadas em texto para a cena narrativa desta contação de história. A artista foi buscar na infância de Nina, histórias que a conectassem com a adulta brincante na qual se transformou, mantendo viva dentro de si a sua criança. Uma merecida homenagem a essa artista e também a todos que mantêm vivos dentro de si a capacidade de brincar. O trabalho tem a concepção visual e consultoria artística de Aníbal Pacha.

Dia 11 – às 19h, Galeria da Restauração em Manacapuru, localizada na rua Eduardo Ribeiro, s/n.

TEATRO

“AS TRÊS FIANDEIRAS” (MA)

A obra gira em torno do desafio de três atrizes-personagens, Beatriz (Renata Figueiredo), Isadora (Gisele Vasconcelos) e Isabel (Rosa Ewerton), em transformar um espetáculo que foi um fiasco de bilheteria em uma nova produção. O fazer teatral e a história pessoal das atrizes se juntam às narrativas das rendeiras Das Dores, Chica e Zezé. A história da mãe de Ribamar, uma rendeira que é mãe de um filho que saiu para pescar em alto mar e não retornou. É preciso ir buscar o filho desaparecido assim como é preciso montar um novo espetáculo.

Dia 13 – às 19h, Praça Riachuelo localizada na avenida Ribeiro Junior, Centro, Manacapuru.

TEATRO

“CONVERSA DE BOTAS E BATIDAS” (MT)

O espetáculo CONVERSA DE BOTAS E BATIDAS é uma livre criação poética e musical que estimula e incentiva a preservação e a divulgação da memória do manifesto cultural mato-grossense e brasileiro. Do siriri a capoeira, do cururu a dança do coco, das emboladas de rima as entoadas, do boi a serra ao boi luzeiro, de Mestre Seu Caetano a Mestre Salustiano, do Centro Oeste ao Nordeste brasileiro. Conversa de Botas e Batidas promove o encontro entre ator/contador e plateia através do folclore, religiosidade e identidades culturais brasileiras, que consolidam um significante legado da cultura popular e de seus mestres.

Dia 15 – às 19h, na Praça Riachuelo localizada na avenida Ribeiro Junior, Centro, Manacapuru.

CIRCO

“SE DEIXAR, ELA CANTA” (AP)

Uma das mais belas e talentosas cantoras de todos os tempos, dona de uma brilhante e encantadora voz, ela não é Maysa, nem Beyoncé, nem Amy Winehouse, ela não é Patrícia Bastos, muito menos Joelma Calypso, ela é nada mais, nada menos do que: Perualda, a maior estrela da música amapaense (segundo ela mesma), e nesta noite apresentará o show mais importante de sua carreira. Porém, seus assistentes, os palhaços Chimbinha e Mulambo parecem não está tão certos assim do enorme talento de Perualda e já cansados de ouvir sua voz desafinada e a extrema falta de simpatia da pseudo estrela, tentam o que podem para atrapalhar, pois convencida do seu talento “Se deixar, ela canta!” o que seria um belíssimo espetáculo, acaba se transformado em uma divertida grande confusão.

Dia 16 – às 19h, na Galeria da Restauração em Manacapuru – localizada na rua Eduardo Ribeiro, s/n.

DANÇA

“SOBRE OUTRAS JANELAS” (AC)

É um espetáculo solo que une técnica e poética; dança e teatro; pesquisa e prática; loucura e histórias. É dividido em quatro tempos: 1) estranhos Deuses, quando os loucos eram considerados oráculos, portais de comunicação com o sagrado; 2) O exilado, tempo em que os oráculos e qualquer outra pessoa que apresentasse um comportamento fora dos padrões eram enclausurados; 3) Arte explodida, é o momento em que a arte sai em busca de desvendar a loucura e começa a se expressar de outras maneiras; e 4) Na maca, na medicação, quando a loucura passa a ser estudada para que seja alcançada a cura.

Dia 17 – às 19h, na Galeria da Restauração em Manacapuru – localizada na rua Eduardo Ribeiro, s/n.

MÚSICA

“DUO MARUPIARA” (RR)

O show tem a temática regional amazônica no estilo jazzista, onde o violoncelo faz as vezes de contrabaixo e do próprio violoncelo.

Dia 17 – às 14h, no Instituto de Educação do Amazonas (IEA) localizado na avenida Ramos Ferreira, 875, Centro, Manaus.

LITERATURA/MÚSICA

“ROMANCES D’AMORES ALÉM DO MAR DOS SERTÕES” (PI)

O espetáculo traz como roteiro as andanças de um poeta que vende folhetos de cordel em feira, onde recita e narra histórias fantásticas de amor, sabedoria popular, filosofia de caboclos e profecias de um mundo de paz através dos livros de cordel. Ele faz uma viagem pela literatura brasileira, notadamente resultado de pesquisa dos romances em cordel e da oralidade na poesia, contos e contação de história que contempla parte do romanceiro medieval que foi trazido para o nordeste do Brasil, as influências e diálogos dessa literatura com a cultura popular brasileira.

Vários autores vão compondo uma malinha de cordel, típicas dos vendedores de feira no Brasil do século XIX e XX. O espetáculo consegue trazer ao mesmo plano de partilha poética nomes como Patativa do Assaré, Guimarães Rosa, Mário Quintana, Zé da Prata, Zé da Luz, Hermes Vieira, Jessier Quirino, Lirinha, Manuel Bandeira, Manoel de Barros e muitos autores anônimos.

Dia 23 – às 17:30h, Praça da Saudade em Manaus

INTERVENÇÃO URBANA

“NÃO CABE MAIS GENTE” (MT)

Falta ar. Apertado, enrugado, borrado, retorcido: corpos-outros. Plástico-gente. Escolha. Limite.

Somos processo e produto do que saturou. Como ainda cabe o que já rompeu o limite? Como experimentar o desvio em meio às dinâmicas do estar junto? Não cabe mais, gente! aposta nos atravessamentos, na condensação dos corpos, no que é liminar, que pulsa e constrange, que acolhe, devora e regurgita. Habitar o espaço é fazer dele um lugar e, para isso, é necessário operar cartografias de afetos. Não cabe mais, gente!

Dias 17 e 18 – a partir das 19h – no Caua (Centro de Artes da Ufam) – localizado na rua Monsenhor Coutinho, 724, Centro.

Mostra Sesc de Cinema Amazônia das Artes

“BANHO DE CAVALO” (RO) – 16 anos – Vídeo-arte Experimental

 

“DEIXA A CHUVA CAIR” (PI) – Documentário 

“ENCANTES” (AP) – Livre – Documentário

“GRITOS DA NOITE” (AM) – 12 anos – Ficção 

“MEU RIO VERMELHO” (MT) – Documentário 

“NO INTERIOR DA MINHA MÃE” (Maranhão) – Documentário 

“PEDAÇOS DE PÁSSARO” (PA) – Animação 

Assessoria de Comunicação
Sistema Fecomércio, Sesc e Senac AM

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