Dentre os projetos conquistados estão a reestruturação e ampliação de algumas ocas localizadas em Manaus e no interior; Poços artesianos que já estão sendo executados em algumas aldeias; 200 unidades habitacionais para famílias indígenas; construção de 10 Casa de farinha de mandioca, Instalação de fossa séptica em 10 aldeias e a execução do projeto, “Ponte de Safena” que prevê uma estrada que sairá de Itacoatiara, passando por Urucurituba e Maués, no Amazonas, atravessando a fronteira e chegando à Aveiro, no Pará, a um custo de R$ 6 bilhões, a obra será executada entre Parcerias Público-Privado (PPP).
“Não medimos esforços para ajudar nas demandas dos nossos parentes. Temos contribuído através de parcerias com as organizações indígenas e realizando trabalhos voltados ao desenvolvimento e a qualidade de vida dessas pessoas”, salientou Edivaldo Munduruku, diretor-presidente da FEI.
A cacica Izailda Sateré considerou positivo o apoio da fundação e aproveitou para agradecer. “Quero agradecer ao Governo do Amazonas, que através da FEI, que possibilitou nossa ida à capital federal, onde foi possível fazer diversas articulações em alguns órgãos, dentre eles a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Ministério de Infraestrutura, que atendeu algumas de nossas demandas e isso só foi possível graças ao apoio de sempre dessa fundação parceira de todas as horas”, ressaltou a cacica.
Sobre Asiptam – A Associação Social Indígena dos Povos Tradicionais do Estado do Amazonas é uma organização civil sem fins lucrativos. Foi criada em 07 de junho de 1990, na época, com o nome de Associação de Moradores Marise Mendes, no bairro Raiz, zona sul de Manaus. Há 20 anos, a entidade vem trabalhando na mobilização e defesa dos direitos sociais dos moradores do bairro da Raiz e tem como foco projetos de educação, trabalho, moradia e saneamento. Desde 2013, a ASPTAM luta na defesa dos povos indígenas e da preservação do meio ambiente, bem como contribui com a elaboração de políticas para ambas as frentes.
Fotos: Divulgação/FEI.