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48ª EXPOAGRO SUCESSO NA MAIOR EDIÇÃO DA HISTÓRIA

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Por trás de oito dias de festa, negócios, conhecimento, cultura e oportunidades, houve meses de planejamento, articulação e trabalho. Para o secretário Ricelli Viana Pontes, o resultado da 48ª Expoagro confirma que o esforço valeu a pena: o Amazonas realizou uma grande celebração do setor primário e entregou ao produtor uma feira maior, mais organizada e com uma programação que foi muito além da exposição agropecuária.

Quando ainda faltavam meses para a abertura da 48ª Exposição Agropecuária do Amazonas, Ricelli Viana Pontes já dava o tom do desafio.

Na primeira reunião da Comissão Organizadora, realizada em junho, o secretário de Produção Rural colocou o Sistema Sepror em movimento para preparar aquilo que classificava como o maior evento do agro amazonense. A determinação era clara: mobilizar as estruturas técnicas, organizar o Parque Multiuso e construir uma Expoagro capaz de produzir resultados concretos para o setor primário.

Agora, com a 48ª Expoagro encerrada, o sentimento é de missão cumprida.

A grandiosidade da festa, a diversidade da programação, a presença dos produtores, os negócios, as atividades técnicas, as competições, os eventos institucionais e a participação do público mostraram que a edição de 2026 conseguiu transformar o planejamento em realidade.

E, para Ricelli, esse resultado tem um significado especial.

“A Expoagro precisa ser uma grande vitrine do setor primário, mas também precisa servir ao produtor, à agricultura familiar, à pecuária, ao empreendedor e a todos aqueles que fazem a produção do Amazonas acontecer.”

A declaração sintetiza o espírito que orientou a preparação da feira.

Ainda no lançamento da edição 2026, Ricelli destacou que a mudança do período de realização para agosto favoreceria a participação de produtores e visitantes, além de permitir uma programação mais ampla. Naquele momento, a expectativa já era de uma grande edição.

O que se viu entre os dias 16 e 23 de agosto foi a confirmação dessa expectativa.

UMA FEIRA PENSADA MUITO ANTES DE SUA ABERTURA

Uma Expoagro desse tamanho não começa quando os portões se abrem.

Começa muito antes.

Começa nas reuniões, nas decisões técnicas, na organização da infraestrutura, na montagem da programação, na articulação com instituições parceiras e na construção de uma agenda capaz de atender diferentes segmentos da cadeia produtiva.

Foi justamente esse trabalho de bastidores que marcou a preparação da 48ª edição.

Sob a condução de Ricelli Viana Pontes, a organização envolveu todo o Sistema Sepror e contou com uma equipe técnica mobilizada para transformar o planejamento em uma estrutura capaz de receber produtores, expositores, instituições, empreendedores e milhares de visitantes.

Marcan Uchoa e Luiz Otávio, responsáveis por todas as providencias tecnicas da Exposição

Nesse processo, merece destaque a coordenação geral de Marcan Uchoa e Luiz Otávio, assessores técnicos que acompanharam de perto o trabalho preparatório e contribuíram diretamente para que a feira chegasse ao momento da abertura com estrutura, programação e organização.

O público viu os oito dias de festa.

Poucos viram os meses de trabalho que tornaram esses oito dias possíveis.

UMA EXPOAGRO MAIOR E MAIS DIVERSIFICADA

A programação de 2026 foi construída para atender não apenas ao público interessado em entretenimento, mas principalmente para fortalecer o setor produtivo.

Foram mais de 130 atividades, reunindo programação técnica e institucional, competições agropecuárias, atividades infantis, apresentações culturais e grandes atrações musicais. A agenda técnica contou com mais de 55 atividades, enquanto a programação agropecuária teve dezenas de provas e competições.

Também fizeram parte da programação rodada de negócios, crédito rural, exposição e comercialização de produtos regionais, máquinas e equipamentos, exposição de animais, torneio leiteiro, concursos de raças e leilão.

Ou seja: a Expoagro conseguiu reunir campo, negócios, conhecimento, tecnologia e entretenimento no mesmo espaço.4

um dos muitos cursos oferecidos pelo Departamento Pedagogico. Sucesso de publico

 

CEDRS E CEAPO: O DEBATE SOBRE O FUTURO DO AGRO

Entre os momentos de maior relevância institucional esteve a realização da reunião conjunta do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CEDRS) e do Conselho Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica (CEAPO).

A presença dos dois conselhos dentro da programação da Expoagro reforçou uma compreensão importante: uma grande feira agropecuária não pode se limitar à exposição de animais, máquinas e produtos.

É também um espaço para discutir os problemas e construir soluções para quem produz.

O encontro deu continuidade às discussões que já vinham sendo realizadas pelos conselhos e colocou em pauta questões estratégicas para o setor primário amazonense, entre elas o Zoneamento Ecológico-Econômico, a regularização fundiária e o licenciamento ambiental.

Mais do que uma reunião, foi um momento de integração institucional.

Representantes de diferentes órgãos, entidades e segmentos puderam sentar à mesma mesa e discutir os caminhos necessários para destravar o setor produtivo.

E essa talvez seja uma das maiores contribuições da Expoagro: aproximar quem produz de quem formula, executa e debate as políticas para o setor.

UMA FESTA DO PRODUTOR AMAZONENSE

A 48ª Expoagro também mostrou que o setor primário do Amazonas é muito maior do que os números da pecuária.

Agricultura familiar, produtos regionais, cooperativismo, agroindústria, piscicultura, produção animal, tecnologia, crédito, empreendedorismo e inovação estiveram presentes.

O pequeno produtor ganhou espaço.

O empreendedor encontrou oportunidades.

O pecuarista encontrou negócios.

O agricultor encontrou mercado.

E o consumidor encontrou produtos e histórias de quem produz no Amazonas.

Essa integração é justamente o que transforma uma exposição em uma verdadeira festa da produção amazonense.

O RESULTADO DE UM TRABALHO COLETIVO

Rose da equipe pedagógica da Sepror, Ricelli Viana e Felipe Pessoa do CEDRS/CEAPO

É impossível falar do sucesso da 48ª Expoagro sem reconhecer o trabalho de dezenas de profissionais que atuaram muito antes de o público chegar.

Ricelli Viana Pontes esteve à frente da condução da preparação.

Na coordenação geral, Marcan Uchoa e Luiz Otávio tiveram papel importante na organização e no acompanhamento das ações que antecederam a feira.

E, ao lado deles, técnicos, servidores, produtores, entidades, parceiros, expositores e trabalhadores fizeram parte de uma grande engrenagem.

Foi um trabalho coletivo.

Mas foi também um trabalho que precisou de comando, planejamento e capacidade de execução.

E o resultado está aí.

MISSÃO CUMPRIDA

Ao fazer o balanço da 48ª Expoagro, Ricelli Viana Pontes pode olhar para trás e reconhecer que a missão estabelecida meses antes foi cumprida.

A feira cresceu.

A programação se ampliou.

O setor produtivo ganhou espaço.

Os conselhos puderam avançar em suas discussões.

Os produtores encontraram oportunidades.

O público compareceu.

E o Amazonas voltou seus olhos para aquilo que acontece no campo.

Mais do que uma festa, a 48ª Expoagro foi uma demonstração de força do setor primário.

Foi uma vitrine.

Foi um espaço de negócios.

Foi um ambiente de conhecimento.

Foi palco de decisões.

E foi, acima de tudo, um encontro entre o Amazonas que produz e o Amazonas que consome.

Por isso, quando os portões se fecharam no domingo, ficou a certeza de que o trabalho realizado nos meses anteriores havia produzido o resultado esperado.

Ricelli Viana e funcionários do Sistema Sepror durante a Corrida Pedestre da Expoagro

A 48ª Expoagro foi grandiosa porque houve planejamento. Foi organizada porque houve trabalho. E foi bem-sucedida porque houve uma equipe inteira dedicada a fazer acontecer.

Nesse balanço, é justo reconhecer o trabalho de Ricelli Viana Pontes, de Marcan Uchoa, de Luiz Otávio e de todos os profissionais envolvidos na preparação e realização da feira.

O setor primário ganhou uma grande vitrine.

O produtor ganhou espaço.

O Amazonas ganhou uma grande festa.

E a missão foi cumprida.

Agora, o desafio é fazer com que aquilo que nasceu e se fortaleceu durante os oito dias da Expoagro continue produzindo frutos ao longo de todo o ano.

Porque a feira termina.

Mas o trabalho pelo setor primário continua.

O AMAZONAS QUER DESTRAVAR O SETOR PRIMÁRIO

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