
“Estamos cumprindo o nosso compromisso com os servidores públicos. Diferentemente de alguns estados que ainda não pagaram o décimo e de outros que enfrentam dificuldade para pagar os salários em dia, o Governo do Amazonas está conseguindo administrar as finanças e evitar atrasos nos salários dos nossos servidores”, ressaltou o governador Wilson Lima.
Além de aquecer a economia e movimentar o comércio, neste fim de ano, o cumprimento do pagamento deve gerar impacto positivo na arrecadação e, ainda, propiciar um efeito multiplicador, segundo projeções da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), na medida em que a maior parte desses recursos provavelmente deve circular dentro do estado do Amazonas.
“Considerando que é final de ano, as pessoas devem utilizar esses recursos nas festas, incrementando o comércio e os serviços e trazendo de volta parte desses recursos como arrecadação. Isso faz com que esse valor possa ser potencializado e multiplicado até por duas vezes”, explica o secretário de fazenda Alex Del Giglio.
Entre as medidas que fazem parte da política de reequilíbrio das contas públicas, estão o Decreto de Qualidade do Gasto, a desvinculação e o contingenciamento de receitas, incrementos sucessivos de arrecadação por meio de ajustes sem aumento de carga tributária, acordos judiciais, além de receitas extraordinárias.
O Governo do Amazonas efetuou o pagamento da primeira do 13º salário do funcionalismo estadual nos dias 21 e 22 de novembro. Ao todo, após o pagamento da segunda parcela, terão sido injetados R$ 430 milhões na economia.
O pagamento mensal dos servidores também obedece a esta divisão de grupos, sendo feito sempre em dois dias distintos, até o 5º dia útil de cada mês subsequente. O novo calendário de pagamentos do funcionalismo estadual para 2020 será divulgado no Diário Oficial do Estado.
Boa expectativa – De acordo com Alex Del Giglio, os bons resultados alcançados em 2019 possibilitam um cenário economicamente favorável, para o próximo ano. “A expectativa para o ano que vem é muito melhor. Já há uma sinalização da economia de que o crescimento (do PIB – Produto Interno Bruno) seja o dobro deste ano (0,9%). A taxa de juros é a mais baixa da história (4,5%) e a inflação está controlada”, observa o secretário da Sefaz.
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