Vila da Barra e Mocidade Independente da Raiz foram campeãs nos Grupos de Acesso

Os rituais de diferentes culturas e eras da humanidade foram o tema principal da agremiação do bairro de Aparecida, que foi a sexta escola a desfilar na Avenida do Samba na noite de sábado, com o enredo “Rituais”. Com 3.500 componentes, contando com quatro carros alegóricos e 23 alas, a agremiação mostrou os rituais de grandes civilizações, como os maias, persas, fenícios, gregos e macedônios, e também os rituais brasileiros, de tribos indígenas e de oferendas a orixás.
No último lugar do Grupo Especial ficou a Mocidade Independente do Coroado, com 173,2 pontos, sendo rebaixada para o Grupo de Acesso A.
“Todos os presidentes das escolas de samba estão de parabéns pelo empenho de suas comunidades em trazer este belíssimo Carnaval aqui na Avenida do Samba. O resultado final mostrou a união das escolas, buscando realmente um resgate do Carnaval, e o público compareceu em peso nos desfiles, mostrando a força da comunidade. Agora é começarmos o trabalho para o Carnaval 2021″, disse o secretário de Cultura e Economia Criativa, Marcos Apolo Muniz.
A mesa apuradora do Grupo Especial foi composta pelo secretário, Marcos Apolo Muniz; a assessora da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Elizabeth Cantanhede; o executivo da Comissão Executiva das Escolas de Samba de Manaus (Ceesma), Nonato Torres; o diretor carnavalesco, Jorge Cordeiro Genésio; e o advogado da Ceesma, Gabriel Serrão.
A Vila contou a história do líder da Fraternidade Universal de Jesus com o enredo “Fé Sem Conhecimento é Fanatismo – A Trajetória do Mestre Adonai”, enredo de Roney Cruz e Rodrigo Fróes. Foram 13 alas, divididas em três setores “Princípio da Missão”, “Nasce a profecia com os dons divinos” e “A visão, dom e paixão do mestre Adonai”.
“A emoção é muito grande, quem diria que um dia chegaríamos ao Grupo Especial? Então estamos muito alegres e nossa comunidade vai estar em festa. Nosso trabalho árduo, de muitas noites acordados, nos deu resultado. Todos são merecedores, quem trabalhou no galpão, ateliê, quem apoiou direta ou indiretamente, todos”, declarou Apollo Ferreira, presidente da Vila da Barra.
A agremiação Balaku Blaku não se apresentou e por isso ficou em último lugar, sendo rebaixada para o Grupo de Acesso B.
A campeã levou o meio ambiente para a Avenida do Samba, com o enredo “Amazônia – Encantos e Magia”, de Cleumar Ferreira, com base nos livros “Contos da Floresta”, de Yaguere Yama; e “Cismas do Interior”, de João Melo.
No desfile, a agremiação fez uma homenagem à Floresta Amazônica numa perspectiva lúdica e didática, com a proposta de abordar os encantos e magias que povoam o imaginário amazônico.
“Nossa emoção é grande pela nossa vitória, nossa conquista. Trabalhamos muito para tudo isso acontecer. E vamos prometer que agora a gente vem mais forte ainda, que nossa dedicação será bem maior”, disse Mário Bermeu, vice-presidente da Mocidade Independente da Raiz.
A mesa apuradora dos Grupos de Acesso foi formada Luís Euclides Braga Araújo, advogado da Comissão Executiva das Escolas de Samba de Manaus; Sigrid Cetraro, secretária executiva da Secretaria de Cultura e Economia Criativa; Montelo Lira, presidente do Grupo de Acesso Oficial (GAO); e Dorival Jr., vice-presidente da União das Escolas de Samba do Amazonas (Uesam).
FOTOS:
Michael Dantas/Secretaria de Cultura e Economia Criativa – Desfiles e taças da Vila da Barra e Mocidade Independente da Raiz
Bruno Zanardo/Secom – Taça da Mocidade Independente de Aparecida e secretário Marcos Apolo
Mais informações: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa: Suelen Reis (98141-9