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Pesquisa Pulso Brasil/Ipespe divulgada nesta sexta-feira (25) mostra que a maior parte dos brasileiros concorda com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que determinou o uso de tornnozeleira eletrônica e impôs outras limitações a Jair Bolsonaro. A decisão de Moraes foi motivada pela articulação de Eduardo Bolsonaro, que recebe apoio financeiro do pai para permanecer nos Estados Unidos, onde incentiva o governo de Donald Trump a pressionar o STF.
Segundo o levantamento, feito com 2.500 pessoas, as medidas cautelares impostas pelo STF a Bolsonaro são consideradas adequadas ou leves por 54% dos entrevistados (adequadas, 29%; leves, 25%).
Já 43% dos pesquisados avaliam as medidas cautelares como descabidas ou exageradas (descabidas, 30%; exageradas, 13%).

A mesma rodada de pesquisa abordou um outro tema: qual o principal representante da direita no Brasil. Jair Bolsonaro foi o mais citado, com 46% de referências. Em segundo lugar vem Tarcisio de Freitas, bem distante, com 13%. Depois, aparecem empatados Ronaldo Caiado, Ratinho Junior e Romeu Zema, com 3%.
A pesquisa Pulso Brasil/IPespe divulgou nos últimos dias levantamentos sobre outros aspectos da polítca brasileira.
A estatística revelada nesta quinta-feira (24) mostra que os brasileiros aprovam mais o trabalho desenvolvido pelo governo federal e pelo Supremo Tribunal Federal que o do Senado e da Câmara.
O índice de aprovação do governo Lula saiu de 41% em março, foi para 40% em maio e em junho chegou a 43%. A desaprovação quanto ao trabalho do Executivo é maior: 51% em junho. Mas é menor que nos meses anteriores da pesquisa, quando chegou a 54% em março e maio.
A pesquisa também quis saber a avaliação do trabalho dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o índice de aprovação foi igual ao do Executivo: 43%. A desaprovação é de 49%.
O conceito do Legislativo está bem abaixo desse patamar.
O levantamento Pulso Brasil/Ipespe revela que somente 24% aprovam o trabalho da Câmara dos Deputados. A desaprovação chega a 63%.
O Senado também tem aprovação baixa: apenas 25%, em contraposição a 61% que desaprovam a atuação dos senadores.