Por Brasil de Fato
O conflito entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza está oficialmente encerrado, de acordo com a declaração de Khalil Al-Hayya, membro da alta cúpula e negociador-chefe do grupo terrorista Hamas. Nesta quinta-feira (9), Al-Hayya afirmou ter recebido garantias tanto dos Estados Unidos quanto dos mediadores de países árabes de que o cessar-fogo será permanente.
Mediado por Egito, Catar e Turquia, o acordo para o fim da guerra foi feito na quarta-feira (8). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou o plano e informou que Israel e Hamas concordaram com a implementação de uma primeira fase que prevê a libertação de prisioneiros dos dois lados.
Autoridades israelenses ainda estão reunidas para discutir a aprovação formal do acordo. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu comemorou o tratado como um “sucesso diplomático e uma vitória nacional e moral do Estado de Israel”. Um porta-voz do país afirmou que o cessar-fogo começará em até 24 horas após a ratificação.
As informações mais atuais indicam que o Hamas ainda mantém 48 prisioneiros e Israel estima que 20 estejam vivos. O negociador do Hamas, Khalil al-Hayya, afirma que o governo israelense precisa liberar 250 palestinos que cumprem prisão perpétua, 1.700 palestinos de Gaza presos desde o início da guerra, e todas as mulheres e crianças palestinas detidas.

Crianças palestinas celebram fim da guerra (Foto: Eyad Baba / AFP)
Ajuda humanitária em Gaza
O plano de paz exige o fim dos bombardeios na Faixa de Gaza. As tropas israelenses devem recuar para linhas previamente acordadas com o Hamas, o que indica que militares ainda permanecerão no território palestino.
De acordo com a Agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA), agora é preciso implementar um aumento maciço na assistência humanitária para Gaza. A instituição aponta a urgência de liberação total da entrada de itens essenciais, como alimentos, tendas, medicamentos e kits de higiene.
Apesar do anúncio, há detalhes do tratado que ainda não foram divulgados. No plano, Gaza está prevista como uma zona livre de grupos armados, com desmilitarização e fim de toda a infraestrutura bélica.
No entanto, ainda não está explicado como será a transição de governo no território. O plano propõe um governo temporário formado por um comitê palestino tecnocrático e apolítico, com transferência futura de poder para a Autoridade Palestina, condicionada a reformas.
A guerra entre Israel e Hamas começou em 7 de outubro de 2023, após ataques que resultaram na morte de mais de 1.200 israelenses e no sequestro de 251. Os ataques iniciados por Israel desde então resultaram na morte de mais de 65 mil palestinos em Gaza.
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