O novo secretário da Secretaria de Estado de Produção Rural do Amazonas, Ricelli Viana Pontes, acaba de completar seus primeiros 10 dias à frente da pasta. Pode parecer pouco tempo no calendário, mas, na prática, já são 240 horas de gestão — o equivalente a 14.400 minutos dedicados ao desafio de reorganizar, ouvir, planejar e acompanhar de perto a realidade da produção rural amazonense.
E quem acompanha os bastidores da secretaria percebe rapidamente que os primeiros dias da nova gestão têm sido marcados por uma palavra: presença.
Desde que assumiu o comando da pasta, Ricelli Viana Pontes vem demonstrando um perfil discreto, educado e extremamente receptivo. Servidores relatam um ambiente mais leve, com diálogo aberto e uma equipe empenhada em manter todos trabalhando de forma tranquila, organizada e motivada.
Além das articulações administrativas e institucionais, mudanças internas também começaram a acontecer dentro da estrutura da secretaria. A gestão iniciou melhorias no ambiente de trabalho, promovendo a substituição de cadeiras e parte da mobília utilizada pelos servidores, medida vista internamente como um gesto de valorização das equipes e de reorganização do espaço físico da pasta.
Um dos pontos que recebeu especial, e solução, da nova gestão foi o fortalecimento da agricultura de base indígena. Em parceria com a FEPIAM, a secretaria já começou a avançar na destinação de implementos agrícolas voltados ao apoio das comunidades indígenas e produtores tradicionais, ampliando o suporte às atividades produtivas desenvolvidas no interior do Amazonas.

Outro detalhe que tem chamado atenção é a rotina intensa do novo secretário. Quase diariamente, Ricelli deixa a secretaria já durante a noite, após longas horas de reuniões, alinhamentos e acompanhamento das demandas internas. A intenção, segundo pessoas próximas à gestão, é tomar conhecimento completo da estrutura da pasta e entender, na prática, tudo aquilo que precisa ser ajustado, fortalecido e ampliado.
Mesmo em tão pouco tempo, o secretário já começou a direcionar atenção para os grandes compromissos institucionais da SEPROR ao longo de 2026. Na capital, os preparativos para a tradicional Expoagro já entram no radar estratégico da secretaria. No interior, eventos de grande impacto econômico e cultural, como o Festival de Parintins, também passam a integrar o planejamento da pasta, principalmente pela importância da produção rural e da agricultura familiar nesses espaços.
A escolha de Ricelli Viana Pontes para comandar a secretaria também reforça uma visão estratégica do governador Roberto Cidade. Nascido no interior do Amazonas, Roberto Cidade conhece de perto a realidade das comunidades rurais e sabe o peso que a produção rural possui para a economia e para a sobrevivência de milhares de famílias amazonenses.
Em boa parte dos municípios do estado, a agricultura familiar, a pesca, o extrativismo e a produção rural representam não apenas fonte de renda, mas também dignidade, sustento e movimentação econômica local. Por isso, a SEPROR é considerada uma das pastas mais estratégicas do governo, principalmente quando o assunto é desenvolvimento do interior.
E, ao que tudo indica, a aposta do governador começa a mostrar resultado logo nos primeiros dias. A condução serena, a presença constante e o comprometimento demonstrado por Ricelli Viana Pontes já começam a gerar comentários positivos nos corredores da secretaria e entre pessoas ligadas ao setor produtivo.
Sem discursos inflamados, mas com muito trabalho interno, diálogo e disposição para ouvir, a nova gestão busca construir um ambiente técnico, humano e equilibrado dentro da pasta.
Em apenas 10 dias — ou 240 horas, ou ainda 14.400 minutos — a impressão deixada é a de alguém que compreendeu rapidamente o tamanho da responsabilidade que agora carrega e que chega disposto a fortalecer uma das áreas mais importantes para o futuro do Amazonas.
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