Eduardo Braga cobra do presidente do BC limitação de juros do cheque especial e do cartão de crédito
Líder do MDB também sugeriu punição mais rigorosa para bancos que não oferecem patamar mínimo de microcrédito
“Os mais pobres são os mais penalizados por essas taxas exorbitantes, que chegam, por vezes, a mais de 400%, impondo um custo muito pesado não apenas para o trabalhador, mas para toda a economia”, pontuou o senador Eduardo. Ele chamou atenção para a existência de uma lei, datada de 1964, que permite ao Conselho Monetário Nacional limitar, sempre que necessário, juros, descontos, comissões e qualquer outra forma de remuneração de serviços bancários ou financeiros.
Microcrédito – “Não vemos o Conselho Monetário exercer sua prerrogativa regulatória”, criticou Eduardo Braga. Ele também frisou que, apesar da Selic ter recuado para 5%, os juros reais cobrados pelos bancos não estão caindo e o custo do capital de giro para os empresários é muito elevado. “Como o país pode vencer a crise econômica com taxas tão altas de juros?”, questionou.
O senador Eduardo aproveitou a audiência para sugerir ao presidente do Banco Central o estabelecimento de punições mais rigorosas para os bancos que não cumprirem o patamar mínimo de operações de microcrédito, equivalente a 2% dos depósitos à vista. A ampliação de crédito aos micro e pequenos empresários é essencial para a revitalização da economia, na opinião do senador.
O parlamentar, que tem se destacado no combate ao cartel do sistema financeiro, ainda lembrou que, apesar do anúncio de fechamento de centenas de agências e demissões de milhares de funcionários, os bancos têm tido lucros crescentes a cada trimestre.
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