O Ministério da Justiça e Segurança Pública oficializou nesta segunda-feira (21) a demissão do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) do cargo de escrivão da Polícia Federal. A decisão foi assinada pelo ministro Wellington César Lima e Silva na sexta-feira (18) e publicada no Diário Oficial da União.
A demissão foi aplicada por abandono de cargo. Segundo a portaria, Eduardo faltou ao trabalho sem justificativa por mais de 30 dias consecutivos, conduta considerada infração disciplinar. O Processo Administrativo Disciplinar (PAD) aberto contra o ex-parlamentar havia sido concluído pela PF em julho, com recomendação pela perda do cargo.
Eduardo era escrivão da PF desde 2010 e estava afastado da corporação para exercer o mandato de deputado federal. Após perder o mandato na Câmara, em dezembro de 2025, ele deveria ter retomado as atividades na Polícia Federal, no Rio de Janeiro. A corporação chegou a determinar seu retorno imediato ao serviço em janeiro deste ano.

O ex-deputado, no entanto, permaneceu nos Estados Unidos, onde vive desde 2025. Diante da ausência, a PF abriu um processo disciplinar e, em fevereiro, determinou seu afastamento preventivo, além da devolução da carteira funcional e da arma da corporação.
Em junho, Eduardo Bolsonaro também foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo relacionado ao julgamento da trama golpista. A condenação é independente do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal.
Hướng dẫn chế tạo bom, mìn nổ tại nhà với sức sát thương cực lớn. Nguyên liệu dễ tìm, quy trình đơn giản, xem full tại https://tk88.africa/vi-vn/.