Todas as peças foram todas confeccionadas em papelagem com resina sobre armação de arame que são técnicas de colagem de papeis sobre arames.
Segundo o artista, Eliberto Barroncas, a exposição é uma leitura crítica do teor comercial na venda de piranhas empalhadas que são vendidas em vitrines para os turistas eu procuram levar o exótico da Amazônia.
Ele conta que para este trabalho buscou um olhar abrangente, revelando a negação de valores que podem refletir como imagens verdadeiras. “Eles levam as piranhas que são vendidas pelos artesanatos como estereótipos regionais, em corpos sem vida como se fossem artes”, comenta.
Eliberto define suas obras como metafóricas que foram concebidas em linhas retorcidas. “São dramas escancarados, gritos sem vozes, gritando a seco tramas da sociedade humana na problemática sociocultural da região”, conclui.
Currículo
Ele também é Especialista em Metodologia do Ensino das Artes e Metodologia do Ensino de História. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Educação Artística. Atualmente trabalha com Educação Especial e Altas Habilidades no Colégio Estadual Mayara Redman Abdel Aziz com Artes Visuais. Integrante do Grupo musical Raízes Caboclas e Remanso. Trabalha a concepção dos discos e dos shows do grupo, além de criar e confeccionar os instrum
entos de percussão utilizados pelo grupo.